A Apple Store possui quase 250 mil aplicativos. Isto representa quase 150% a mais do que o número de apps disponíveis na Android Market, loja da Google, com 95 mil destes programas.
Porém, esta constatação não reflete um dado importantíssimo. De acordo com a Royal Pingdom, na loja da Apple 70% dos aplicativos são pagos, enquanto que na Android 64% são gratuitos.
E qual seria o motivo do oferecimento de tantos programas gratuitos na Google?
São dois os principais motivos mostrados pela empresa de pesquisa para este fenômeno:
O primeiro é que apenas os desenvolvedores de nove países têm autorização para vender aplicativos no Android Market.
E o segundo é que a falta de um processo de aprovação dos apps torna mais fácil a entrada de projetos amadores na plataforma da Google.
Um em cada cinco norte-americanos é adepto do casual game no celular, de acordo com um estudo da eMarketer. O número representa um total de 64 milhões de pessoas.
Os jogos mais usados pelos usuários são o Sudoku e o Scrabble, embora alguns usuários de smartphones tenham acesso a games mais evoluídos, integrados com o Xbox, por exemplo.
A eMarketer acredita que a receita de jogos para celular até o fim de 2010 chegue a US$ 850 milhões, com a maioria pagando pelos downloads.
A previsão de vendas para 2014 é de US$1,5 bilhão.
Os portáteis, quando bem usados, são ferramentas úteis até para as práticas mais comuns do mercado. Um exemplo vem direto do restaurante South Gate, em Nova York, nos Estados Unidos.
O estabelecimento acaba de lançar um aplicativo que representa sua carta de vinhos. O programa permite que o cliente visualize as 650 variações da bebida existentes na casa.
A “adega eletrônica” traz informações detalhadas sobre as regiões produtoras e as variedades de uvas existentes no mundo. Detalhe interessante: o app é atualizado toda vez que o uma garrafa é vendida.